martes, 29 de septiembre de 2009

Entreviendo días.....


Hay horas carentes de tiempo,
Ausencias que evocan caminos recorridos,
Es el instante donde el roce de caricias detenidas
Van alimentando nuevos proyectos.
Hay instantes dónde se siente en el alma, la llegada del otoño.
El paso de la vida en la desnudez de los árboles
La necesidad de encontrar en cada puerto
Un lugar donde descansar el cuerpo agotado.
Hay otro espacio donde esgrimo mi historia presente
Yuxtapuesta con los recuerdos que me hacen sentir viva.
Cristianizándose en los alentadores de esa fuerza que alimenta mi procura
Desleída en los afectos que voy acopiando
Entreviendo y concibiendo días llenos de novedad,
erudiciones y lucubraciones asumidas.
Oleaje de mar que como promesa me susurra que en el otro ápice
Del firmamento unas estrellas dan luz a mi vida.

Por ellos.....

Encontré este video en "Interperiodismo Digital", como una reflexión de Héctor J. cedel, colaborador de ese espacio digital.
Realmente no agregaré tema ni letra alguna, sino compartirlo con Ustedes.

miércoles, 16 de septiembre de 2009

Ao afago de teu palpitar

Cada ruga de teu rosto, não te avelhenta trás o passar dos anos, só te faz mais sábia
Um cofre de lembranças que se abre como sol cada manha ao despertar do dia
Quando vejo teu dormitar silencioso abafado e as ideias brotam, sinto o afago da ignorância na que desejo permanecer, pois a dor de te intuir ausente faz-me estremecer.
Ao escutar de tuas lendas, sinto que meus pés ainda tem muito que percorrer, muito calo que retirar.
Junto da ermitã me oferendas historias, muitas delas das que duvido possíveis, mas que só existem na confusão das tuas ideias e lembranças que tratas de resgatar ao presente que sentes longínquo
Mas sei que o teu tempo e o meu, se afasta e diferencia em muitas coisas. Como adoro o partilhar de tardes junto a Mar, nesse passear com o vento a cobrir-nos a pele, conversas cheias de magoas, pois sentes que estas de mais nos nossos mundos.
Se pudesses compreender, que cada palpitar de teu coração, que cada fôlego de respirar mesmo dificulto, enche-nos os espaços a volta da mesa, dos quais não desejamos a falta sentir.
Olho teu Universo desde que ao nascer, foste negada a conhecer o calor dos braços de mãe.
Uma vida de pobreza no servir de outras mesas, os teus, do lar te afastaram sem perguntar a donzela se esse era seu desejo.
Vida dura, estremecer de magoas, e nessa infância dura por demais, nunca os sonhos deixaram de aflorar nas noites de sobressalto, medo, constrangimento.
Sons temerosos, noites cheias de acordes que jamais pudeste entender. A vida foi sendo o caminho incerto de teus passo. Surpreende-me jamais ter ouvido essa suplica de saber de porquês, e razoes e que apenas rindo-me na impotência de não poder oferendar-te aquilo que por direito te foi furtado.

Soledades....



Hay en el ocaso, una niebla opaca en momentos
E a tientas vamos coloreando la vida y los sueños
Entre el horizonte que resplandece y la tierra cercana de roce
Caminan nuestro idílico presente.
El viento resurge como sonajero de infantes que despiertan
La atención al juego de la vida
Es cuando el detener de nuestros pasos nos damos cuenta
El vacío de las manos, la carencia de lo que creímos sembrar
El tiempo es la arena que tratamos de retener en un cristal
Llamado reloj de arena, pero solo alcanzamos a comprender
El traslado de un lugar a otro luego de atravesar esa pequeño embudo
Cual filtro que nos tamiza la consciencia
Y siempre mil ocasos para admirar y recordarme
Que mañana hay un nuevo despertar.

Deter meus passo e seguir sonhando....

Quero chegar ao meu porto, donde a luz do farol indicou meu rumo a seguir
Vou desenhando a vida em rascunhos possíveis de modificar
Traços que desejo mais que debuxar, ir descobrindo aos poucos
Quero encontrar o lugar que procuro
e sei que alguém espera de braços abertos
Me é indiferente se nesse voar tenho que fazer mil paragens,
e em cada uma detenho os sonhos para torná-los a sonhar.

Quienes dejan Huella día a día con su presencia....